domingo, 10 de setembro de 2017

SETEMBRO AMARELO, VALORIZE A VIDA

SETEMBRO AMARELO, Campanha Nacional de Prevenção aoSuicídio: criado para mostrar a REALIDADE SOBRE O SUICÍDIO- para mais de 90% dos casos existe prevenção!

O SUICÍDIO É CONSIDERADO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA, E UM BRASILEIRO MORREM DESTE MAL A CADA 45 MINUTOS, no mundo a cada 40 segundos uma pessoa morre vitima de suicídio.

Só quem conhece a dor de perder alguém desta forma entende a importância desta campanha! A reflexão, o diálogo e a informação sobre o assunto tornam-se imprescindíveis, em vista do grande número de mortes em todo o mundo.

Lutar contra esse tabu salvará muitas vidas - Pela valorização da vida, VAMOS TODOS "ABRAÇAR" ESTA CAMPANHA!

VOCÊ SABIA QUE:

A maioria das pessoas com idéias de morte comunica seus pensamentos e intenções suicidas. Elas, freqüentemente, dão sinais e fazem comentários sobre.

FRASES DE ALERTA
“Eu preferia estar morto”.
“Eu não posso fazer nada”.
“Eu não agüento mais”.
“Eu sou um perdedor e um peso pros outros”.
“Os outros vão ser mais felizes sem mim”.

Se você suspeita que alguém próximo à você pensa em cometer suicídio, tente se aproximar e:

• Pergunte se o pensamento existe e em que nível;
• Se já houve planejamento e como;
• Procure ouví-lo atentamente;
• Tente compreender os sentimentos dessa pessoa;
• Expressar respeito pelas opiniões e pelos valores dela;
• Converse abertamente;
• Demonstre sua preocupação, seu cuidado e sua afeição para com ela;
• Procure conversa com a família, amigos ou rede de apoio dessa pessoa;
• Caso a pessoa tenha acesso a métodos suicidas, como armas e remédios, remova-os imediatamente.
• Oriente e ajude a buscar ajuda na rede de saúde mental de sua comunidade e/ou outros equipamentos e órgãos; CAPS,Posto de saúde, Clínica-escolar, CVV, ONGs e etc.

O movimento Setembro Amarelo é estimulado mundialmente pela Associação Internacional pela Prevenção do Suicídio (IASP) e consiste em iluminar ou sinalizar locais públicos com faixas ou símbolos amarelos
ESTA CAMPANHA que pode acontecer, também, através do compartilhamento da hastag:  #acreditonavida  no status do face, ou no status do whats, de posts sobre o assunto na linha do tempo, da configuração de foto de capa com imagem alusiva à campanha, com o uso do laço amarelo, com enfeite das casas, instituições e comércios com adornos na cor amarela.


Psicóloga Joselaine Garcia



terça-feira, 29 de agosto de 2017

Lésbicas reivindicam atendimento humanizado e livre de discriminação

Na hora de ser acolhida para consultas ou exames, a orientação sexual não pode comprometer o atendimento humanizado, qualificado e integral preconizado pelo SUS. As mulheres, sejam hétero, homossexual ou bissexual, precisam e devem ser bem acolhidas pelos serviços de saúde. Independentemente de ter relações sexuais com homens, com pessoas do mesmo sexo ou com ambos, toda mulher deve ser atendida em suas necessidades, livre de preconceito e discriminação.
 O atendimento humanizado, que leve em consideração esta especificidade, sem manifestações de lesbofobia e biofobia, é o cenário ideal para estas mulheres. E esse é o esforço da professora Andrea Rufino. Ginecologista, psicoterapeuta e professora da Universidade Estadual do Piauí, ela pesquisa o atendimento às mulheres lésbicas e bissexuais e já ouviu experiências de todos os cantos do país.
Em entrevista ao Blog da Saúde, a ginecologista explica o quanto é importante os profissionais, tanto do SUS quanto da rede privada, considerarem que as mulheres não necessariamente fazem sexo apenas com homens.
Blog da Saúde - Que tipo de queixas as lésbicas relatam sobre o acolhimento nos serviços de saúde?
Andrea Rufino - Eu ouvi muitas mulheres em todo o Brasil e a queixa mais importante é que o acolhimento é distante, frio. No encontro com o profissional de saúde, não há espaço para que ela fale espontaneamente da orientação sexual dela ou da prática sexual com mulher. Em geral, ela fica tensa para divulgar a orientação sexual.
A segunda queixa é que, no meio desse acolhimento, a maioria dos profissionais não pergunta sobre práticas sexuais. Além do clima não ser favorável para que ela diga, ela também não é perguntada. E aí, nesse sentido, essa consulta começa com hesitação, com dificuldade, com pensamento se ela fala ou se ela não fala.
Há também relatos de um receio do exame ginecológico, do exame dos genitais. Há receio do uso do espéculo vaginal, algumas mulheres reclamam que os aparelhos são inadequados ou então o profissional anuncia que ela não precisa do exame de colpocitologia oncótica. Então, ela fica se sentindo desassistida.
Blog da Saúde - Qual é a melhor forma de atender essas usuárias e fazer com que elas se sintam acolhidas nas consultas e exames?
Andrea Rufino: Apenas por ter uma prática sexual não hétero, a mulher não se torna diferente no quesito de pessoa humana que precisa ser acolhida. O que é importante é que o profissional lembre que nem toda mulher que ele atende é heterossexual. A dificuldade inicial começa quando a gente olha para uma formação dos profissionais da área da saúde de uma maneira geral muito heteronormativa assumindo que todas as mulheres são heterossexuais.
Todo o ensino profissional é baseado na ideia de que as mulheres têm prática sexual só com homem. É um roteiro de perguntas voltadas para a mulher heterossexual. A mulher que faz sexo com mulher se sente surpreendida e muitas vezes não sabe bem aonde colocar a informação. Você precisar dar sinais para que aquela mulher possa se sentir mais à vontade para assumir uma identidade sexual. Você faz toda uma aproximação mais capaz de assistir aquela mulher nas necessidades e nas especificidades que ela necessita.
Blog da Saúde - Por que é importante que uma mulher que não tem relações sexuais com homens faça todos os exames como qualquer outra?
Andrea Rufino: As mulheres de maneira geral podem ter alguns tipos de câncer que podem acometer qualquer uma. Mulheres que não engravidaram e que passam muito tempo menstruando estão suscetíveis a isso e, neste contexto, há lésbicas vulneráveis. E, outras questões relacionadas aos hábitos de vida, que são comuns entre as lésbicas e bissexuais, como o tabagismo e o sedentarismo, que influenciam o risco de cânceres.
A prática sexual pode nos fazer ter contato com agentes e não é preciso ser penetrada para adquirir, por exemplo, herpes, sífilis, hepatite B e HPV. Doenças cuja a transmissão ocorre pelo contato e não pela penetração. Existe comprovação de que, mesmo sexo exclusivo entre mulheres, pode transmitir o HIV. O risco é pequeno, mas existe. Então, sexo entre mulheres também favorece infecções genitais não consideradas DSTs. Isso nos faz observar que as lésbicas precisam ser examinadas de maneira adequada, para que elas possam receber uma atenção de qualidade como todas nós merecemos.
Blog da Saúde - De que forma as lésbicas e bissexuais podem fazer com que seus direitos por serviços de saúde humanizados sejam cumpridos?
Andrea Rufino: É muito importante que as mulheres lésbicas e bissexuais consigam expor e divulgar a sua prática, a sua identidade sexual ou sua orientação sexual para o profissional de saúde, principalmente, em situações em que ela acredita que precisa dar essa informação para ser mais bem assistida. Informar o profissional vai ajudá-lo a fazer as escolhas necessárias.
A mulher deve estar empoderada para, mesmo diante de um ambiente desfavorável, fazer valer os seus direitos. Quanto mais bem informadas a respeito dos seus direitos, da sua saúde, se ela encontra um profissional que não atende às necessidades, deve fazer essa reclamação, esse registro, procurar o posto de saúde.
Informação e ação
Para a Andrea Rufino, com o passar dos anos, o Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede privada têm evoluído. Contudo, para conquistar um atendimento ainda mais humanizado, as lésbicas e bissexuais precisam se munir de informação para cobrar os profissionais durante consultas e exames e não deixar de apresentar queixas quando notarem discriminação e desrespeito.
Os registros podem ser feitos nas ouvidorias das unidades de saúde, seja na rede pública ou particular, e nos Conselhos Regionais de Medicina e Enfermagem. As denúncias podem ser anônimas.
A fisioterapeuta Karen Borges espera ter um dia um atendimento humanizado, que leve em consideração as particularidades de sua orientação sexual. “Eu acho que o ideal seria um atendimento digamos aberto, que permitisse a possibilidade para as mulheres se expressarem. Outro fator seria os profissionais de saúde saberem orientar sobre prevenção, que vai além das práticas heterossexuais. Isso seria importante também para a saúde psicológica das mulheres dentro do atendimento”.
Política Nacional de Saúde LGBT
As ações de prevenção e promoção da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais é preconizada pela Política Nacional de Saúde Integral LGBT, criada pelo Ministério da Saúde em 2011. Desde então o Ministério vem investindo na educação permanente dos profissionais a fim de garantir a qualidade no atendimento e respeito à peculiaridade deste público é um dos objetivos do SUS.
Para os profissionais que se interessam em saber mais sobre o assunto, a especialista Andrea Rufino assina um artigo disponível aqui.
Por Erika Braz, para Blog da Saúde 
Fonte: Blog da Saúde

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

SGEP lança vídeo para a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres

O Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) lança o vídeo de mobilização para a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres e para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde. As duas conferências foram deliberadas em 2016 pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) para realização nesse segundo semestre de 2017.
A primeira é a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres (2ª CNSMu), com o tema Saúde das Mulheres: desafios para a integralidade com equidade que acontecerá entre os dias 17 a 20 de agosto. Seguida da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS) que será realizada entre os dias 21 a 24 de novembro. Brasília/DF vai sediar os dois eventos.

Tendo como premissa o diálogo com os movimentos sociais para construção dessas políticas de equidade e de educação popular em saúde, o DAGEP contribui para a mobilização das conferências realizando atividades preparatórias para as mesmas, como o Seminário Nacional Saúde das mulheres e Gestão Participativa: Desafios para a integralidade com equidade, realizado nos dias 18 e 19 de julho e a II Conferência Livre: Trabalhadoras do Ministério da Saúde, realizada no dia 24 de julho. De acordo com a Secretária de Gestão Estratégia e Participativa, Gerlane Baccarin para efetivação das políticas de equidade é fundamental “ para construção de um sistema de saúde eficiente, compreendermos as diversidades bem como as diferentes condições de vida e suas trajetórias”.

2ª CNSMu – A 2ª CNSMu é resultado da construção histórica em saúde dos diversos setores da sociedade somando os esforços no âmbito do Ministério da Saúde – das Coordenações de Saúde das Mulheres, do Departamento de Apoio à Gestão Participativa e da Secretaria de Vigilância em Saúde, juntamente com o Conselho Nacional de Saúde, órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

O eixo principal da 2ª CNSMu será a implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres, contemplando a também as políticas de equidade: da população Negra (racismo, desigualdades étnico-raciais e racismo institucional), da População LGBT (discriminação por orientação sexual e identidade de gênero e estigma social), da População em Situação de Rua (reconhecimento dessas pessoas como cidadãos de direitos), da População do Campo, da Floresta e das Águas (redução de riscos decorrentes dos processos de trabalho e das tecnologias agrícolas).

1ª CNVS – A 1ª CNVS tem como objetivo dialogar sobre o Direito à Promoção e Proteção da Saúde compreendendo a Vigilância em Saúde como estratégia para o cumprimento da Promoção e da Proteção como dos pilares do direito à saúde. Além disso entender o território como espaço fundamental para a implementação da política e das práticas da Vigilância em Saúde. Outro ponto fundamental é compreender o Controle Social e Democracia Participativa como parte para formulação de uma política nacional de vigilância em saúde.

O objetivo principal da Conferência Nacional de Vigilância em Saúde é “Propor diretrizes para a formulação da Política Nacional de Vigilância em Saúde e o fortalecimento de ações de Promoção e Proteção à saúde”. O tema central da Conferência é a Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público de Qualidade. “A mobilização dos movimentos sociais e das entidades é super importante para que tenhamos êxito na Conferência de Vigilância em Saúde. A Vigilância em saúde pode ser dar em vários níveis: no nível acadêmico, no nível das secretarias municipais e pode ser dar com a própria comunidade que observa situações” explicou Marcia Turcato, coordenadora do Núcleo de Comunicação da SVS.

INFORMAÇÕES – Para mais informações sobre a 2ª CNSMu você pode acessar o documento orientador no link: http://bit.ly/2hOG8SK e para mais informações sobre a 1ª CNVS acesse: www.cnvs.org.br.


Fonte: SGEP/MS

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Conselho Municipal de Caicó tem Nova Diretoria

Reunidos neste dia , 10 de agosto de 2017, o Conselho Municipal de Saúde da cidade Caicó, realizou eleições de sua Diretoria para biênio 2017/2019. A eleição aconteceu das 8:00h às 11:00, no Auditório da Casa da Cidadania, situada na rua Felipe Guerra, 379 - Centro, Caicó - RN. A reunião foi presidida pela Comissão Eleitoral, tendo como seu presidente, o Conselheiro Divino Félix, que também é o Atual Presidente do Conselho.
Para eleição foi registrada apenas uma chapa, sendo assim chapa única, composta dos seguintes nomes:
  •   Presidente –  Júlio César Souza do Amaral
  •  Vice-Presidente –  Raquel Valentim da Silva
  • 1º Secretário – Aguislene Bezerra de Medeiros Dantas
  •  2º Secretário –  Jailma Oliveira da Nóbrega
  •  Tesoureiro – Alysson Emerson Fernandes
Dos 16 (dezesseis) conselheiros aptos a votar, compareceram e votaram 16 (dezesseis), sendo 15 votos a favor da chapa única e 01 em voto em branco. A posse da nova diretoria ficou marcada pela comissão Eleitoral para o dia 16 de agosto de 2016, em solenidade que irá acontecer no Auditório da Casa da Cidadania, no mesmo lugar onde ocorreu a eleição, às 19:00h. 


Posse da Nova Diretoria do Conselho Municipal de Saúde de Caicó

Em solenidade realizada no dia 16 de agosto de 2017, no Auditório da Casa da Cidadania, às 19:00, tomou posse a nova diretoria do CMS de caicó para o biênio 2017/2019. A solenidade foi presidida pelo presidente da Comissão Eleitoral, o Pr. Divino Félix. Estiveram presentes quase todos os conselheiros e algumas entidades convidadas. Nas falas o presidente que estava deixando o cargo , agradeceu o apoio recebido e fez um balanço de sua gestão a frente do Conselho, destacando o esforço que foi feito para manter os conselheiros articulados. Falou dos desafios encontrados e desejou boa sorte para o novo presidente, o Senhor Júlio César Souza do Amaral, comprometendo-se a ajudá-lo diante das dificuldades vivida pela Saúde da cidade.
O Novo Presidente fez um relato do contexto Nacional, estadual e municipal enfrentado pela Saúde e convocou todos a estarem alertas às mudanças que sinalizam acontecer. A gradeceu a confiança recebida pelo pleno do Conselho por tê-lo escolhido para a presidência e  convidou todos a se empenhar nessa luta.
Falou ainda o Companheiro José Procópio, ex-conselheiro e ex-presidente do conselho, a companheira Lucia de Fátima, representante do Conselho da Mulher e o Pr. Anderson representante das Igrejas Evangélicas e outros companheiros conselheiros.
Por fim, o Presidente da Comissão eleitoral empossou a nova Diretoria, assim formada:
  • Presidente –  Júlio César Souza do Amaral
  •  Vice-Presidente –  Raquel Valentim da Silva
  • 1º Secretário – Aguislene Bezerra de Medeiros Dantas
  •  2º Secretário –  Jailma Oliveira da Nóbrega
  •  Tesoureiro – Alysson Emerson Fernandes

       No final, foi oferecido a todos os presentes um coffee break.







quinta-feira, 20 de julho de 2017

CNS LANÇARÁ ABAIXO-ASSINADO EM DEFESA DO SUS

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald dos Santos, anunciou um abaixo-assinado contra os retrocessos na área da Saúde por conta da Emenda Constitucional 95. O documento deve ser enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), em 2018. A convocatória para a coleta de assinaturas foi feita durante o 28º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, que acontece até amanhã (15/07), em Brasília.
O congresso de secretarias reúne gestores de saúde municipais e estaduais de todo o país, em Brasília, para discutir os rumos da Saúde no Brasil pelos próximos quatro anos. Por esse motivo, Ronald anunciou o abaixo-assinado contra a inconstitucionalidade da EC 95, no que tange ao congelamento de investimentos para a Saúde e para a Educação por 20 anos. “Precisamos que o SUS não pereça, não definhe, porque estamos vivendo uma brutal ameaça”, disse o presidente do CNS.
Desde a aprovação da Emenda Constitucional 95, proposta pelo atual governo, o CNS tem se mobilizado contra os retrocessos que ferem a Constituição Federal de 1988. Estima-se que, com o congelamento de investimentos proposto pelo governo, haverá uma redução de 400 bilhões no orçamento.
As medidas prejudicam a política pública mais importante conquistada pelos brasileiros: o Sistema Único de Saúde (SUS). “Vivemos uma das mais severas crises, política e econômica, que exige unidade do povo brasileiro. Não é compatível com o SUS o processo de diminuição gradual que está implícito na Emenda Constitucional 95”, criticou.
Nos próximos dias, o CNS divulgará o abaixo-assinado em defesa da principal política pública desenvolvida no país, considerada referência em política de saúde no mundo. O documento, que estima colher cerca de 3 milhões de assinaturas, será encaminhado ao STF, em abril de 2018. “Nosso SUS é referência para o mundo. Por ele vale a pena lutar e nos mobilizar”, finalizou.
Danilo Castro
Ascom – CNS
Fonte: #suscoecta